quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Sim city





Embora não possua (ainda) uma lente de inclinação e desvio, fica aqui um cheirinho do resultado de uma lente deste tipo. Fazendo experiências no photoshop consegui alcançar um resultado semelhante. Espero que gostem

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

No-mada








É-me difícil canalizar para o "papel" o porquê deste resultado fotográfico. Só após buscar inspiração na teoria marxista, e na sua abrangente visão da arte, posso explicar um pouco do inexplicável. Assumindo de princípio que estes registos não podem ser entendidos como objecto artístico pois sou humilde o suficiente para valorizar muito mais o trabalho de quem para a fotografia estudou em contraste com o meu amadorismo momentâneo.

Ao vermos o mundo e o Homem de olhos mais abertos percebemos que o ser humano necessita de se abstrair de ambientes artificiais para se desenvolver. Quero com isto dizer que assim como qualquer espécie só existe em determinado local por ter condições para a sua existência, também o homem só evolui enquanto espécie se deles poder usufruir. A capacidade de adaptação do ser humano é sobejamente conhecida no entanto, sabemos que o Homem está mais desenvolvido em determinadas zonas e regiões do mundo que outras. Isto acontece devido ao meio em que está situado e as condições desse meio para a evolução.

O resultado destas fotografias, sendo analisado numa visão marxista, teve como base as questões para o desenvolvimento humano atrás referidas. Estando eu numa fase de relativa estabilidade emocional, afectiva e social, dei espaço à mente e imaginação para ver de outra forma a realidade à minha frente apresentada. O registo fotográfico foi reflexo dessa visão. O homem quando tem as condições garantidas para a sua sobrevivência começa a preparar as condições para a sua evolução e crescimento.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

NNEKA

domingo, 24 de agosto de 2008

ao sul aponta ao sol...






Para onde vamos em espirito e pensamento nos momentos do dia em que não nos revemos no local onde temos os pés assentes? Para onde migra a mente?
Da necessidade humana de escapar e materializar esses pensamentos em locais idílicos surge muitas vezes o mesmo local... a sul, onde a fúria e a calma se encontram, entre o sereno e o agreste. Muitas vezes entre o tudo ou nada.
Aí residem os sonhos de muitos, de acções, tempo, relação e amor. Destas palavras, acrescentando mais algumas, definimos a peregrinação. Desta, vivem cada vez mais, jovens e velhos, homens e mulheres. É preciso mudar, a condição humana é assim, dos nómadas e recolectores que fomos ainda resta muito.
A mim o Sul faz-me bem, chama-me e acalma-me, completa a lacuna intrínseca de liberdade e alimenta-me. Não vivo sem o meu Sul, o pólo negativo do íman.

terça-feira, 12 de agosto de 2008